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Manifesto Livre!
Campanha "Caminhe Sem Tropeçar em Gravataí/RS"
- Revitalizar e realizar permanentemente a manutenção das calçadas de Gravataí;

- Resgatar o patrimônio histórico da cidade, valorizando as influências culturais fundadoras do município (açorianos e indígenas);

- Valorizar a cidade, aumentando o bem-estar social;

- Conscientizar os cidadãos, autoridades públicas e entidades privadas das dificuldades que os pedestres, em especial, idosos, gestantes, crianças e cadeirantes enfrentam no dia-a-dia de Gravataí;

- Incentivar a arte e a cultura comprometidas socialmente, estimulando a participação cidadã.

caminhesemtropecar@gmail.com
Todos sabem do estado lastimável de muitas calçadas em Gravataí/RS.

Seja no Centro, nas Avenidas ou bairros, tropeçamos em buracos, desníveis, passeios públicos sem calçamento, calçadas usadas como estacionamento.

Idosos, cadeirantes, gestantes e crianças são ainda mais prejudicados com isso.

Sendo assim, procuramos, com esta campanha artística, sensibilizar os cidadãos, autoridades públicas e entidades privadas da cidade sobre a importância da revitalização de nossas calçadas e sua manutenção.

Calçadas bonitas e seguras atraem mais consumidores às lojas e aumentam o carinho de todos por Gravataí, além de proporcionarem o resgate de nossa História, marcada pela colonização açoriana e indígena no século XVIII.

Contribua conosco, assine a petição online, divulgue nossa canção tema, convide os amigos para curtirem nossa página no Facebook.

A Canção Tema da Campanha = Se Esta Rua Fosse Minha

Escolhemos como tema desta campanha a tradicional cantiga infantil "Se esta rua fosse minha", entoada em nosso cancioneiro folclórico desde o século XIX.

Nos anos 1930, o maestro Heitor Villa-Lobos (1887-1959) criou famosos arranjos para esta cantiga e mais 136 cantigas folclóricas.

A atual releitura, com letras adicionais, no espírito da campanha, é do grupo "Cavalgando o Vento".

Se Esta Rua Fosse Minha
(Cavalgando o Vento)

Se esta rua, se esta rua fosse minha
Eu mandava, eu mandava ladrilhar
Com pedrinhas, com pedrinhas de brilhantes
Para o meu, para o meu amor passar

Nesta rua, nesta rua tem um bosque
Que se chama, que se chama solidão
Dentro dele, dentro dele mora um anjo
Que roubou, que roubou meu coração

Se roubei, se roubei seu coração
É porque tu roubaste o meu também
Se roubei, se roubei seu coração
É porque, é porque te quero bem

Se a calçada, se a calçada fosse nossa
Mandaríamos ladrilhar
Com pedrinhas, com pedrinhas dos Açores
Para o nosso povo caminhar

Na cidade, na cidade tem um rio
Que se chama, que se chama Gravatá
Às suas margens vive esta gente
Que caminha, que caminha a tropeçar

Se hoje canto, se hoje canto esta canção
É porque tu também podes cantar
Se hoje canto, se hoje canto esta canção
É pra gente em paz caminhar

Ass.: Denize Domingos, Cavalgando o Vento e Clube Literário de Gravataí/RS.
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